Não foi por acaso”, escrito por Vinícius Grossos, publicado pela Editora Nacional, narra os dramas de jovens que — assim fez o destino — ao ficarem presos em um elevador, expressam através de seus relatos,  seus maiores fantasmas enfrentados durante a vida.

Após uma pane no elevador de um hospital, os jovens, Helena, Miguel e Fernando, se veem presos, sem prazo estipulado para regularização por parte do setor técnico.

Embora ambos não se conheçam, por conveniência, puxam conversa sobre a atual circunstância e cada qual vão se conhecendo e, mesmo que não imaginam, nascia ali uma amizade improvável. Se trombassem na rua, possivelmente não se falariam e jamais formariam uma amizade.

Seja por conta da situação onde se encontram ou por obra do destino, ambos se abrem relatando seus dramas, medos, conquistas; suas histórias.

Intercalada entre o passado e o presente, a obra traz a construção de cada personagem desde a infância, cada qual ligada ao sentimento que carregou a vida toda e ali no elevador, desabafam sem pudor. Assim quis o destino.

Não foi por acaso”, é um livro onde o destino é o narrador, uma forma sagaz que o escritor Vinícius Grossos se permitiu escrever. Essa sacada foi a cereja do bolo, da obra que trouxe como pano de fundo as questões mais sensíveis, tais como a gordo fobia, gravidez na adolescência e a homofobia.

Não foi por acaso”, publicado pela Editora Nacional, está em promoção no site da Amazon:

não foi por acaso

Apesar de viverem na mesma cidade, Helena, Miguel e Fernando não se conhecem. Eles têm realidades e vivências completamente diferentes. Por uma armadilha do Destino, no entanto, os três ficam presos dentro do elevador de um hospital.

Ali, naquela pequena caixa de metal, sem vista para nada e sem terem o que fazer a não ser esperar, acabam colocando para fora medos, traumas, sonhos e verdades, e, de uma forma única e transformadora, revelam seus segredos mais profundos.

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