A mulher na janela, de A.J. Finn, publicado pela Editora Arqueiro, adaptado para filme na Netflix, traz o thriller psicológico intenso de Anna Fox, separada de seu marido e sua filha que se prende ao hábito de observar através da janela, a vida seus vizinhos. Uma obsessão.

Antes psicóloga  infantil, hoje é paciente de agorafobia, que segundo a psicopatologia, é o medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos, ou seja, tem fobia de lugares externos e não sai de casa há quase um ano. Se mantém fechada e se fechou para o mundo, desenvolvendo um hobby peculiar: vigiar a vizinhança.

O passatempo é tão intenso que, sabe exatamente sua rotina e seu modo de vida. Sabe tudo o que acontece na vizinhança e isso a faz uma maníaca por observá-los constantemente.

Mediante ao seu comportamento atípico, Fox se vê em tédio, o que a deixa está obcecada pela família Russell que acaba de se mudar. A família recém alocada, torna-se seu novo hábito: observá-los constantemente.

No entanto, sua vigilância constante presencia algo que a deixa apavorada, no qual, em seu estado de alcoolismo constante, por conta do consumo exacerbado de vinho, Anna não consegue definir que será delírio ou alucinação. Algo que ela não consegue assimilar sua embriagues.

Com o apoio do seu psiquiatra, apenas, ela se vê em total perseguição por alguém que ela não consegue discernir, por conta do álcool e o uso nesse momento, por medicamentos. O que está acontecendo com sua vida e, tamanho o perigo em que ela está correndo a deixa aflita.

Inegavelmente, é um thriller psicológico, que permite uma imersão do leitor na obra e o deixa amarrado aos desdobramentos que a obra traz, e suas inúmeras respostas para seu desfecho com glória.

A mulher na janela é um livro que incomoda propositalmente o leitor, porém, surpreende por sua narrativa impecável e aterrorizante. Haja vista, foi adaptado para filme na Netflix com estreia para 14 de maio no streamimg.

A mulher na janela, de A.J. Finn, publicado pela Editora Arqueiro, adaptado para filme na Netflix, está em promoção no site da Amazon:

A mulher na Janela

As Fake News passaram a ganhar protagonismo dentro do ambiente da internet e das redes sociais, pois são a consequência da possibilidade de exercício da liberdade de expressão dentro desse ambiente. A facilidade de manter-se no anonimato ou “invisível” dentro da internet ou, pelo menos, a falsa sensação dessa facilidade encorajou cada vez mais as pessoas ou grupos a gerarem desinformação de forma sistemática.

Nesse sentido, a internet conseguiu criar uma junção perfeita de fatores que já existiam na sociedade: a informação, a liberdade de expressão, comunidades de pessoas, velocidade de circulação e anonimato, mas que foram potencializados com a evolução tecnológica. Essa união de elementos criou o ambiente perfeito para a criação ou divulgação de notícias falsas frequentemente, já que a possibilidade de geração de conteúdo é infinita, pois qualquer um pode fazer isso.

Temas como Fake News, Pós-Verdade, Deep Fake serão tratados ao longo do livro, propondo uma discussão sobre esses fenômenos inseridos dentro da sociedade, bem como suas causas e suas consequências.

A mulher na janela, de A.J. Finn, publicado pela Editora Arqueiro, traz Amy Adams no papel da protagonista, Anna Fox, cuja estreia é neste 14 de maio na Netflix:

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Verity, de Colleen Hoover, é um suspense psicológico que se desvia do estilo romântico que consagrou a autora, mergulhando em um enredo perturbador e avassalador.

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Daniel Moraes

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Fundador do Portal Irmãos Livreiros

Escritor, editor, jornalista, comunicólogo e bookaholic assumido, criou do portal Irmãos Livreiros onde mantém atualizado com as novidades do mercado editorial.

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